Narciso no fundo das galés - combate político através da imprensa, lançado em 1992, esgotado nas bancas, é uma coletânea de artigos de Emiliano José publicados em jornais da Bahia e na Folha de S. Paulo. Aborda diversos temas, entres os quais: democracia, luta pela terra, ordem econômica mundial, leilão das estatais e MST.
O conteúdo do livro está integral no site.
Os anos de chumbo da ditadura militar brasileira já vão longe. Muito se escreveu sobre eles, mas há muito ainda por revelar. O que se passou verdadeiramente nos subterrâneos das prisões? Novas luzes são lançadas pelo escritor Emiliano José. Durante anos e anos os presos políticos contaram com o apoio espiritual de um padre italiano. Padre Renzo chegou a visitar 14 presídios, tornou-se peça-chave na articulação das greves de fome e levava conforto às famílias dos "desaparecidos". Uma história praticamente desconhecida, que agora é contada no livro "As asas invisíveis do padre Renzo". Lançado em 3 de julho de 2002, em São Paulo, pela Editora Casa Amarela, a mesma que publica a revista Caros Amigos, trata-se da biografia do padre italiano Renzo Rossi. Frei Betto assina o prefácio.
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Com o título "Don Renzo Rossi: um prete fiorentino nelle carceri del Brasile" (Editora San Paolo), a edição italiana da biografia do padre Renzo Rossi foi lançada em Florença, no dia 5 de dezembro de 2003, com a presença do autor, Emiliano José. O lançamento fez parte do ato solene de entrega do "Premio alla solidarietá" a padre Renzo, concedido pelo presidente da Província de Firenze, Michele Gesualdi.
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Este livro é uma coletânea de artigos publicados por Emiliano José no jornal A Tarde, de Salvador (BA), entre 1999 e 2000. Galeria F é o setor da Penitênciaria Lemos de Brito, em Salvador, que, durante os anos de chumbo (1964-1981), foi destinada aos presos políticos. No livro, Emiliano revela histórias de lutas, torturas, resistência e esperança dos opositores da ditadura na Bahia.
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O livro resgata a saga de Theodomiro Romeiro dos Santos, condenado à morte pela ditadura militar, e de comunistas importantes na vida política baiana como Ana Montenegro, Luís Contreiras, Mário Alves de Souza (de Alagoinhas), Everardo Públio de Castro (de Conquista) e Péricles de Souza, dirigente do PCdoB. Também resgata as histórias do militante cristão Sérgio Gaudenzi e do líder petroleiro Mário Lima. Prefácio de Alípio Freire e mensagem do ministro Nilmário Miranda, dos Direitos Humanos, na contracapa. Editora Casa Amarela.
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O livro é um resgate da história de Victor Meyer, cuja trajetória marcante é representada por duros tempos da ditadura, militância e sua dedicação ao mundo e à humanidade. Publicado em 2008, pela Caros Amigos Editora, o livro tem prefácio de Nilmário Miranda, jornalista e presidente do PT de Minas Gerais.
Escrito em 1980, em parceria com o jornalista Oldack de Miranda, já está na 16ª edição revista e ampliada. Editado pela Global Editora (SP), o livro conta a história do capitão do Exército Brasileiro que optou pela luta armada contra a ditadura militar iniciada com o golpe militar de 1964. Os autores traçam o perfil de Carlos Lamarca, seus amores, idéias, ações de combate, as circunstâncias das mortes da guerrilheira Iara Iavelberg, em Salvador, e de Lamarca e seus companheiros no sertão da Bahia, em 1971. O livro foi transformado em filme, dirigido por Sérgio Rezende, em 1994, estrelado por Paulo Betti, no papel de Lamarca.
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Escrito em 1997, e na segunda edição, Editora Sol & Chuva - Editora Casa Amarela (SP). Partindo da cena em que Carlos Marighella é emboscado e executado, por policiais comandados pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, Emiliano José traça o perfil do revolucionário que se tornou o inimigo número um da ditadura militar. Descreve o clima de terror do período e o esforço das entidades de direitos humanos e familiares em resgatar a história e a imagem das pessoas mortas pelos militares e dadas como desaparecidas, sem esquecer o lado afetivo do militante, também poeta, dirigente do PCB a maior parte da vida e depois comandante da ALN
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Editado em 1995, pela Edufba, Editora da Universidade Federal da Bahia, e pela Hucitec, editora paulista, este livro corresponde à dissertação de Mestrado defendida por Emiliano José, na Faculdade de Comunicação da UFBa, em 1994. Decifra as ligações perigosas entre jornalismo e política durante o período da CPI do PC e o processo do impeachment de Fernando Collor de Mello. Relata a campanha aberta a favor da candidatura Collor por vários órgãos de imprensa, particularmente pela revista Veja, e destaca o papel pioneiro de IstoÉ nas denúncias contra o mesmo Collor. Na pesquisa de Emiliano, a imprensa não se revela imparcial, mas sim como ator político, com posições determinada pela variação das conjunturas.
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O novo livro de Emiliano sai em breve, pela EDUFBA - Editora da Universidade Federal da Bahia. É resultado de sua tese de Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas, defendida na mesma universidade, em 1999. O livro percorre os acontecimentos políticos brasileiros a partir da promulgação da Constituição de 1988, avança pelas eleições presidenciais de 1989 e 1994 e analisa o primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso. Em um trabalho investigativo minucioso, Emiliano expõe os mecanismos da imprensa brasileira para construir o ambiente favorável à eleição de FHC e o posterior desmonte do Estado brasileiro, com a privatização das empresas estatais.