Escrito
em 1997, e na segunda edição, Editora
Sol & Chuva - Editora Casa Amarela (SP). Partindo
da cena em que Carlos Marighella é emboscado
e executado, por policiais comandados pelo delegado
Sérgio Paranhos Fleury, Emiliano José
traça o perfil do revolucionário que
se tornou o inimigo número um da ditadura
militar. Descreve o clima de terror do período
e o esforço das entidades de direitos humanos
e familiares em resgatar a história e a imagem
das pessoas mortas pelos militares e dadas como
desaparecidas, sem esquecer o lado afetivo do militante,
também poeta, dirigente do PCB a maior parte
da vida e depois comandante da ALN