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ÍNDICE
GERAL
Nota
do autor para a edição eletrônica
O autor alerta para o conteúdos dos textos escritos
no passado, “ a quente”, mas todos fonte
de debate e pesquisa.
Apresentação
de Sydney Gomes de Rezende
Na capa e contracapa da edição impressa
o publicitário baiano apresenta a obra e a recomenda
aos estudantes de jornalismo em particular.
Prefácio
de Cremilda Medina
A jornalista
e professora doutora da Escola de Comunicação
da USP avisa: Emiliano pertence ao grupo de jornalistas
que se define eticamente como engajado.
Nota
do autor para edição impressa
Emiliano defende que os meios de comunicação
não têm o poder absoluto que imaginam ter.
Há sempre que considerar a reação
das massas.
Parte
I – Por um Estado democrático
Democracia
e comunicação
Texto afirma que controle dos meios de comunicação
tornou-se estratégico para manter exploração
dos países periféricos.
A
noite da agonia
Em 1985, o autor defende que o povo devia ir às
ruas para defender seus interesses na elaboração
da nova Constituição que se efetivou em
1988.
Parlamento
X autoritarismo: a chave do debate
Autor defende a importância e fortalecimento do
Parlamento no processo de consolidação
da democracia brasileira.
Estado
e movimento popular
Autor defende a autonomia do movimento
popular e sindical perante o Estado como forma de superação
da tradição corporativista.
A
República de Gog
O caminho para as transformações
profundas de que necessitamos passa pela democracia
e pelo voto popular.
A
ditadura do Judiciário
Em artigo datado de 1989
Emiliano José defendia o controle externo do
Poder Judiciário e do Ministério Público
como forma de moralizar a máquina administrativa.
Parte
II – O grito do campo
O
massacre de um povo
Autor protesta contra o massacre sistemático
dos povos indígenas do Brasil, em particular
o cerco armado contra os Pataxó Hã-hã-hãe
da Bahia.
A
reforma agrária
Na
década de 80 os conflitos de terra, com morte
de trabalhadores, assumiram na Bahia proporções
assustadoras.
A
rotina e o heroísmo
Homenagem
a Euclides Neto, secretário da Reforma Agrária
no governo Waldir Pires, e o clamor dos sem terra.
Vidas
secas, sempre
Autor
conta como o governo democrático de Waldir Pires
enfrentou a retaliação do governo federal
e como a Bahia foi prejudicada.
Parte
III – A participação política
Assassinos
à solta
Autor denuncia a violência da polícia baiana
e o ataque policial á residência do líder
comunitário do Novo Marotinho, Alcebíades
Ferreira Couto.
O
aprendizado da greve
Texto
analisa o fracasso da greve geral em 1987 e cita a ousadia
de Inácio Lula da Silva em apontar as causas
do insucesso.
Narciso
no fundo das galés
Passada
a ditadura, as classes populares terão de compreender
que para superar a pobreza terão que mergulhar
na atividade política.
O
suave sussurro do vento
Texto
afirma que a luta ecológica envolve a sobrevivência
da humanidade a longo prazo e a qualidade de vida na
atualidade.
Tempo
nublado
Palavras
são insuficientes para expressar indignação
com a miséria e mortes causadas pelas chuvas
em Salvador.
O
corporativismo em cartaz
O corporativismo, segundo Marx, é
impotente para levar em conta o interesse do movimento
dos trabalhadores em sua totalidade.
Parte
IV – O leilão das estatais
O
escândalo da Caraíba
Autor
analisa o escândalo que foi o processo de privatização
das Caraíba Metais.
Reler
Keynes, lembrar 1929
Texto critica o processo de privatização
das empresas estatais e o ataque ao Banco do Brasil.
Rômulo
Almeida
Homenagem a Rômulo Almeida, arquiteto
do Brasil nos últimos 40 anos, cientista e democrata.
Desce
o pano
No final da década de 80, neste
Brasil sem rumo, as empresas estatais continuam a desempenhar
papel fundamental e leiloá-las foi um crime.
A
Petrobrás e Volta Redonda
O Estado brasileiro não pode
continuar a subsidiar o capital monopolista às
custas da Petrobrás.
Parte
V – O Brasil e a ordem econômica mundial
Navegar
é preciso
A Europa tenta escapar da decadência. Espera-se
que a luta dos povos europeus leve ao fortalecimento
da democracia.
Olhos
negros
Texto
de 1988 avisava: se a política industrial anunciada
der certo estará o Brasil condenado a ser simples
fornecedor de insumos para o mundo capitalista desenvolvido.
Na
contramão da dívida
Estamos
na contramão da história sobretudo porque
o modelo imposto agravou nossa dependência com
relação ao capital internacional.
As
mineradoras e os índios
A
sórdida campanha contra a Igreja visa ao desaparecimento
dos índios que estão atrapalhando os planos
de grandes mineradoras.
Parte
VI – Nova República, passagem e desencanto
Alegria,
alegria
Aos setores populares, aos trabalhadores, cabe manter-se
atentos, atuantes, presentes na vida política
brasileira. A ditadura acabou.
Filhos
de tua guerra
O
mesmo povo que chorou a morte de Tancredo Neves vai
cobrar as promessas e mudanças da Nova República.
O
País nos tempos da cólera
Qual
o destino do Brasil? É a grande pergunta que
paira no ar. O país precisa se reciclar economicamente.
Parte
VII – Nuestra América Latina
Soy
loco por ti, América
A década de 70 foi amarga, sem liberdades públicas,
tortura como rotina, prisões abarrotadas e muitos
assassinatos políticos na América do Sul.
Chile:
martírio e luta de um povo
Como
em todos as ações contrarevolucionárias
na América Latina os Estados Unidos estavam presentes
também no golpe sangrento de Pinochet.
A
palavra assassinada no Chile de Pinochet
Os
jornalistas têm procurado protestar das mais variadas
formas contra o clima de terror imposto à imprensa
pela ditadura de Pinochet.
Nicarágua,
dez anos de Revolução
Daniel
Ortega liderou uma perestroika nicaragüense tomando
medidas ortodoxas para garantir a estabilidade em seu
país.
Parte
VIII – Que socialismo?
A
paz celestial
O massacre da Praça da Paz Celestial mostrou
que o stalinismo não era residual na China e
que a liberdade estava sufocada.
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